Blog arrumadinho, novinho na apresentação, seguem agora letras antigas
Falhada saudade A saudade é um bichinho sui-generis, alimentando por letras, angustias e bobagens. Sim, porque para alguém como eu que odeia política, estar lendo a sessão da Venezuela, Mundo e Partidos só pode ser um caso de acometimento agudo de saudades. Se bem que para me preservar, leia só os cabeçalhos. É a mesma saudade que fme fez arruvair os cabelos sábado passado. Um ruivo cheguei-e-fiquei, que desbota a cada lavada, mas que deve aguentar até que as saudades sejam saciadas. A mesma saudade que numa básica troca-de-óleo faz aparecer o nome do saudoso nos sonhos e na boca que, traiçoeira, conta a verdade. O trocante retém seu instrumento, reclama e proclama. Estou saindo! Muito trabalho por nada, porque bem lembrado, sabe que trocas de óleo não são trocas de amor; que fidelidade foi pacto nunca exigido e que as trocas de óleo pedem, quando muito, química e não frivolidades como dizer-se apaixonado e fazer juras de amor quase eterno, jamais. E as falhas, estas são falhas sim. Trocas são feitas mediante consentimento mútuo. Mas permitem, vez ou outra, declarações como as de ontem. Sou fissurado... e disse onde. Tal impacto fez com que chamasse o outro, aquele que queria ali. Impacto contundente, mas que explicado, fez o trocante, voltar e dar mais duas recargas, prontas, novas e saborosas. Erro, sim. A saudade provoca erros. Pelo menos este, consertável. Mas um pouco humilhante... para o outro, não eu.
Digressiva Maria
digressões atemporais, sensibilidades, letras e o que mais vier.
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