Desde ano passado descobri que todo dia dois vem em seguida ao primeiro dos dias; que janeiro só começa quando o ano acaba.
São graves as constatações. Mas sobrevivo com todas elas
Hoje é dia de não fazer. Dia de acalmar temerosos fantasmas. É o dia, o que não quer dizer que vá conseguir serenar ânimos nem fazer algo.
Ontem pensei que é preciso saber partir. Só é preciso. Não necessita o conhecimento para que dele seja feita à práxis. Aliás, não gosto nada dessa palavra práxis. Mas tem outra tão prática para ser usada na mesma insignificância?
Os dias são diferentes. Não como verdades universais mas como róseos dias que se retardam roxos e macilentos. Esta a diferença. Sutil, quase alvitre, quase metafórica.
Anteontem me disse um delicioso boxeur das letras que charuto fumam os escritores e cigarros... restou a fumaça no ar.
São os concretos absortos que me atraem. Bem sei, sou aquela que aqueloutros querem que eu não seja.
Digressiva Maria
digressões atemporais, sensibilidades, letras e o que mais vier.
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