sábado, março 27, 2004

Sábado, e não há o que fazer.
A febre debilita todos.
As letras que dançam frente os dedos, consomem os óculos e aposentam, prematuramente, os óculos.
As gavetas, cheias, costuram-se. Os armários, despidos, encapam-me e enroupada, continuo sentada.
E os espaços cansados, te negam, sonegam, me entregam.
Indiferença sem alarde.
A sexy sensualidade das novidades
Temo que a febre me afete a sensibilidade

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