quinta-feira, março 25, 2004

A sua lembrança me dói tanto
Eu canto pra ver
Se espanto esse mal


Vivo musica, sou melodiosa, harmonizo meus sons.
Mas cantar a saudade tem me cansado.
Coisas de quinta-feira.
E nas quintas que me perco
Quintas são saudades, antigos tempos não sonoros, o intervalo perfeito.
Troco, toco e sonho. Externa a elas, faço do tempo uma melodia átona. Diatônica.
Fico fora, de par com a lida, porque quinta é de feira, quinta é de trabalho.
Quintas musicais. Beethoven em quintas. Quiálteras, o intervalo perfeito.
Sou surda a estes “aforismos”.

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