Tempo, há o tempo, faz tempo...
Eventualmente indefinido, temporal, certeza que sim.
Mesmo quando eu nele não me apresente, teima em desistir, consiste e existe.
Essência e a capacidade de almejar virtudes, oblíquo de atávicos desejos que empanam o desistir, cria o tempo o resistir e ufana o devir.
Fado relativo, alado, conta histórias, tece alguns triunfos, é enganado e corporifica-se em aprazadas e abstratas meadas.
Há o tempo, certeza que sim.
Vez abocanha, outra aprisiona e em certas épocas deixa-se esvaziar. E sobrevive no tempo de não existir
Atributivo, remunerante, suposto de si, o tempo festeja festas que não as suas.
Desregrado em menos, fato e feito e nos mais... contemporâneo temporal.
Traz o vento deleite, alguns enfeites e o tempo de ser-afim.
Estrutura meu medo o medo de perder tempo.
Do tempo nada há para surgir.
Porque o vento nada mais é que o tempo em movimento.
Eventualmente indefinido, temporal, certeza que sim.
Mesmo quando eu nele não me apresente, teima em desistir, consiste e existe.
Essência e a capacidade de almejar virtudes, oblíquo de atávicos desejos que empanam o desistir, cria o tempo o resistir e ufana o devir.
Fado relativo, alado, conta histórias, tece alguns triunfos, é enganado e corporifica-se em aprazadas e abstratas meadas.
Há o tempo, certeza que sim.
Vez abocanha, outra aprisiona e em certas épocas deixa-se esvaziar. E sobrevive no tempo de não existir
Atributivo, remunerante, suposto de si, o tempo festeja festas que não as suas.
Desregrado em menos, fato e feito e nos mais... contemporâneo temporal.
Traz o vento deleite, alguns enfeites e o tempo de ser-afim.
Estrutura meu medo o medo de perder tempo.
Do tempo nada há para surgir.
Porque o vento nada mais é que o tempo em movimento.
0 Comments:
Postar um comentário
<< Home