Opus terceiro
No meu relógio, quase três e ainda madrugada. Nos olhos, as horas que não passam e na escrita uma travada vontade de chegar às letras sublimes.
E penso que de todos os modos estamos ligados, para sempre. Não o eterno de perpetuamente mas o sempre encantado.
Estava para te contar das músicas de janela... pautam-se em novas notas nas horas em que me staccato com letras tuas.
Queria houvesse uma canção dos teus olhos a meus sentidos. Queria fosse essa a música dos momentos.
Can you image
how much I love you
A cada raciocínio, sinto o que não vejo. E por outras imagens, sonho tuas linhas.
Projeto a você uma vontade substantiva e três desejos: que me ligue, que se ligue, que desligue. Sou dos contraditos em diferentes acordados. Digo, desdizendo. E quero mais... e quero à vontade. Zélo regalos tentando escrever e em suas amostras, alojo segredos.
Mais que um querer, tenho na escolha, o criar. E como números não são iguais, o sapato teu fica pequeno no meu e a musa, que desnuda letras e sentimentos, hoje não quis me visitar.
A razão, incompatível na fé, admoesta que homens funcionam amanhã e mulheres, do antes farão um já. Aleatórios, meus sentimentos navegam. A eles o relativo destrato.
Se juntos pudéssemos, conspiraria o incontentado e ociosa, o destino. Tivesse dons, escreveria. Soubesse de coisas, daria de te gostar. Mas o que sei eu de tudo e de fato? Pouco, quase nada.
Então, este pouco que sei e sou, se contenta em dizer que estamos ligados.
No tempo do encantado.
No encantar indefinido.
No indefinir do fogo.
E no fascínio do tempo.
No meu relógio, quase três e ainda madrugada. Nos olhos, as horas que não passam e na escrita uma travada vontade de chegar às letras sublimes.
E penso que de todos os modos estamos ligados, para sempre. Não o eterno de perpetuamente mas o sempre encantado.
Estava para te contar das músicas de janela... pautam-se em novas notas nas horas em que me staccato com letras tuas.
Queria houvesse uma canção dos teus olhos a meus sentidos. Queria fosse essa a música dos momentos.
Can you image
how much I love you
A cada raciocínio, sinto o que não vejo. E por outras imagens, sonho tuas linhas.
Projeto a você uma vontade substantiva e três desejos: que me ligue, que se ligue, que desligue. Sou dos contraditos em diferentes acordados. Digo, desdizendo. E quero mais... e quero à vontade. Zélo regalos tentando escrever e em suas amostras, alojo segredos.
Mais que um querer, tenho na escolha, o criar. E como números não são iguais, o sapato teu fica pequeno no meu e a musa, que desnuda letras e sentimentos, hoje não quis me visitar.
A razão, incompatível na fé, admoesta que homens funcionam amanhã e mulheres, do antes farão um já. Aleatórios, meus sentimentos navegam. A eles o relativo destrato.
Se juntos pudéssemos, conspiraria o incontentado e ociosa, o destino. Tivesse dons, escreveria. Soubesse de coisas, daria de te gostar. Mas o que sei eu de tudo e de fato? Pouco, quase nada.
Então, este pouco que sei e sou, se contenta em dizer que estamos ligados.
No tempo do encantado.
No encantar indefinido.
No indefinir do fogo.
E no fascínio do tempo.
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