Cogito de banalidades
Sentar na janela, esperar o céu constelar e, sentir saudades.
Caminhar pelas paredes e não evitar as janelas.
Olhar olhos de passado, assombrado de arestas.
Lastimar sons para ouvir, sons de jamais falar.
Teimar em não saber, quando atinar até que poderia.
Alcançar intolerantes e dispersas ranhetices.
Resguardar ontens que pressentem e aninham soledades.
Deplorar tempo e outras possibilidades, minhas parvoíces.
Naufragar letras que me olham com olhos de desdém.
Possibilitar infinidades cruzadas.
Mandar-me cartas, repletas de sobrescritos.
Penso, enfim, o que queria pensar.
Incompleta constância, se calhar...
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