III
Moço, quase.
Carente, não diria.
Seco, talvez.
E adorava namorar.
Meia idade, ela.
Decidida, quem sabe?
Aprendia agora os nãos da vida.
E adorava namorar.
Não se encontraram.
Ela chegou cinco minutos mais tarde e ele três horas antes
Teria sido um caso, não fosse o desamor.
Maria Odila
13 Comments:
muito bonito e bate aquela melancolia... gostei e mexeu comigo.
forte abraço.
O dia foi deitar-se cansado de esperar...saiu de fininho da cena deixando a noite se aplicando no voeirismo cotidiano. Beijos
Encontros e desencontros do amor, questão de hora e lugar, como no samba de Billy Blanco.
? O desamor... Interessante esse corte, muito interessante, isso tudo para não dizer escandalizante.
bjos
Ilidio
Um post que retrata a um ritmo melodioso os desencontros. Beijinhos.
É minha primeira vez neste blog. Já gostei! Sei que encontrei uma artista. Parabéns por esse poema. Vou continuar a visita
Doña Maria, voltei com computador pronto e tudo. Finalmente vou recomeçar a vir te ver.
Besitos
Andei sumido, eu sei, mas não dá pra acessar bloggers no computador da faculdade... Bjs!
Em busca de atualização, deixo o abraço agrestino.
Bonito mesmo !!! Bjs
Muito Bom ! Gostei! Volto sempre !
e sempre é assim. Um antes, outro depois. Um lá, outro cá e os dois estao e nao estão. casos e acasos da vida.
muito bom este poema, amargo, incisivo.
abraços
rubens
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